Parte X 1


Anteriormente:

– Eu não aceito. – respondi.

– Mas “Ro”, você nem escutou o que ela quer. –disse Fábio.

– Eu já sei o que ela quer. E não gostei nada. – respondi com raiva.

– Você vai me deixar falar ou não garota? – perguntou Bruna para mim.

– Não. – respondi decidida.

Parte X

– Mas mesmo assim eu vou falar. Eu quero um beijo do Fábio Queiroz. – disse ela.

– Nem morta. – respondi imediatamente. – Já disse que não.

– Você o conhece? – perguntou ela assustada.

– Rouxinol se controla. – disse-me Fábio.

– Cala a boca menina. – disse para Bruna.

– Então vão conseguir o meu beijo ou não? – perguntou ela impaciente.

– Não. – respondi.

– Porque não? –perguntou Bruna.

– Ele tem namorada. – respondi.

– Como você sabe? – perguntou ela espantada.

– Por que eu sou… – mas o Fábio me interrompeu.

– Você é amiga dele. – respondeu Fábio.

– Eu acho que conheço vocês dois. – disse ela desconfiada.

– Eu consigo um beijo para você, mas conta logo tudo que você sabe. – disse Fábio.

– Legião! – gritei assustada.

– Fica quieta um pouco Ro. E fala logo porque senão o beijo vai demorar a chegar também.

– Eu não vou contar nada de mais, o que sei é que ela está seqüestrada a mais de uma semana. –disse Bruna.

– Você sabe mais coisas que eu sei. – disse Fábio.

– Eu não vou dizer que ela forjou o seqüestro mesmo que o Fábio diga que me ama.

– Ele não vai precisar falar que te ama. – disse Fábio sorridente.

– Eu acho que falei demais. Mas agora não importa eu só quero o meu beijo. – disse a menina.

– Mas você vai ficar querendo. Porque ele nunca vai concordar em beijar alguém feia como você. – respondeu Fábio.

– Ele vai ter que me beijar e a tal da Tatiana tem que estar do lado.

– Você não acha que é pedir de mais não? – perguntou Fábio.

– Eu tenho certeza que eu conheço vocês.

– Vamos embora Legião. Já conseguimos o que viemos buscar. – repeti nervosa por causa da história do beijo.

– Repete. – disse Bruna autoritária.

– Repetir o que garota? Você é louca ou retardada? – perguntei mais nervosa ainda.

– Eu sabia que eu conhecia vocês. Você é aquela amiguinha do Fábio.

– Para de falar besteira. –respondi

– Vamos logo Rouxinol. -disse Fábio

– E você é o Fábio.

– Você é retardada? Você está nos confundindo com alguém que você conhece?– respondi.

Mas não deu outra. A Bruna descobriu quem nós éramos, e não teve como falar que não. Mas depois disso ela falou bem assim:

– E o meu beijo Fábio?

– Eu nunca vou beijar você. – respondeu ele.

– Você me prometeu.

– Eu disse que iria arrumar um beijo para você. Eu não disse que era eu que iria dar.

– Supondo que essa seja a tal Tatiana por quem você trocou. – disse Bruna me olhando atentamente.

– O que você quer dizer com isso? – perguntei.

– A Solange é muito mais bonita que ela. – disse Bruna para Fábio.

– Não se atreva a falar assim com a minha Tati de novo. Fui bem claro? – perguntou Fábio nervoso.

– Acho que não tenho que dar ouvidos a você. – respondeu a menina.

– Deixa que eu cuido dela, Fá. – respondi indo para cima dela

– Mas Tati… – ia dizendo ele.

Não deu tempo dele nem terminar a frase e eu já dei um soco na barriga da Bruna. Quando ela olhou para mim ela quis me dar um tapa, mas ela não conseguiu então porque ela tentou me bater eu dei um tapa na cara dela. Foi legal. Me vinguei dela.

Depois o Fábio saiu me puxando para que fossemos embora. Não o contrariei, pois ele estava querendo bater na Bruna e não seria justo. Bom para falar a verdade eu ter batido nela também não foi justo, pois eu sei me defender e ela não, mas a vida é assim.

Quando chegamos a agência:

– E então? Pegaram as informações necessárias? – perguntou Henrique

– Pegamos maninho.

– É, mas a Tati bateu nela depois. – respondeu Fábio um pouco irritado.

– Mas por quê? – perguntou ele.

– Porque aquela desaforada pediu um beijo do Fábio em troca das informações. – respondi muito irritada.

– Como assim? Explica-me isso direito.

– Isso mesmo, ela pediu um beijo dele na cara dura. –respondi irritada.

– Mas ela não sabia que era ele. – disse Henrique me acalmando.

– Mas depois ela descobriu.

– E mesmo com você do lado ela pediu um beijo dele? – perguntou ele com ar de zombaria.

– Pediu, e acho que se eu não estivesse lá ele daria.

– Isso é verdade Fábio? –disse Henrique fingindo estar nervoso.

– Claro que não. Eu disse que iria arrumar o beijo dela, mas não disse que eu iria dar. – disse Fábio ainda nervoso.

– Acho que já sei. A Tati é muito ciumenta. Não liga não Fábio.

– Eu sei que ela é ciumenta. Eu percebi quando ela não quis olhar para a minha cara dentro do carro.

– Vocês dois… Mas me diz. O que vocês conseguiram descobrir?

– Foi a Solange que forjou o seqüestro. Ela quer que o Fábio fique sentido, ou algo parecido. – respondi.

– Mas e agora? Não tem mais como ter pistas. – respondeu Fábio.

– Tem sim. Temos que descobrir com quem ela combinou isso.

– Mas Tati isso é praticamente impossível. – respondeu Fábio incrédulo.

– Eu acho que não é impossível. Nós temos como fazer. E eu acho que já sei. Temos que nos aprontar vamos sair daqui a pouco.

– Mas Tati. – começou ele, mas percebeu que era inútil.

– Se apronte Fá. Nós já estamos de saída.

– Tudo bem princesa. – respondeu Fábio.

– Quem me dera se eu fosse uma princesa. – respondi para mim mesma.

Mas Fábio escutou e respondeu:

– Se você fosse uma princesa eu seria o seu príncipe.

– Que amor. Mas nós temos que ir. – respondi cortando o clima.

– Ir para onde? – perguntou Fábio.

– Eu rastreei a última ligação do Otávio e minha intuição me diz que ele tem alguma coisa a ver com isso.

– Mas maninha ele assaltou uma joalheria faz duas horas. –disse Henrique

– E o que isso tem a ver com a Solange? – perguntei.

– Ele estava muito ocupado para pensar em seqüestrar alguém.

– Não sei. Mas a minha intuição não falha.

– Então tudo bem. Mas Fábio vê se cuida dela. –respondeu Henrique.

– Pode deixar algum dia eu vou ser um dos melhores da agência. – respondeu Fábio sonhando acordado.

– Tomara. Agora vão. – disse Henrique nos apressando.

Mais tarde na casa da Solange:

– Tati o que nós estamos fazendo aqui na frente da casa da Solange? – perguntou Fábio.

– Nós vamos achar o Otávio.

– Na casa da Solange? Você está cada dia mais louca. – disse Fábio.

– Mas bem que você gosta dessa louca.

– Lógico que gosto. Você é a minha Rouxinol. E para sempre vai ser.

– Vamos parar de namorar e vamos trabalhar um pouco.

– Mas só um beijo antes de entrar.

– Depois que nós sairmos eu dou.

– Mas Tati… – resmungou Fábio.

– Nada de “mas”.

– Eu ouço e aprendo com você, gata. – disse Fábio rindo.

– Vamos gatinho, temos que encontrar uma passagem logo.

– Mas Tati você tem certeza que a chamada veio daqui?

– Mais do que absoluta. E se veio da casa da Solange é porque ele está com a Solange. –respondi.

– Faz sentido. – disse Fábio.

Procuramos algum lugar para entrar por quase meia hora, então finalmente achamos uma alavanca que abria uma passagem para o porão.

Quando entramos demos de cara com a Solange. Mas naquele momento ela não nos viu. Ficamos parados sem se mexer e escutamos ela conversar com alguém:

– Você tem certeza que isso vai dar certo? – perguntou a Solange.

– Claro que tenho. Eu conheço a Tatiana. – respondeu Otávio confiante.

– Eu não quero saber da Tatiana, eu só quero que o Fábio pare de namorar ela.

– Os dois estão namorando? – perguntou ele irritado.

– Foi o que o pessoal da nossa escola estão falando.

– Então deixa que eu acabo com esse Fábio pessoalmente. – disse Otávio com muita raiva.

– Você não rela um dedo no Fábio. Pode fazer o que você quiser com a tonta da Tatiana, só que ela tem que sair do meu caminho.

– Não fala assim da minha Tati. –gritou Otávio

– Sinceramente, se ela fosse sua ela estaria com você agora, e não com o meu Fábio.

– Digo o mesmo para você com relação ao “seu Fábio”.

Eu e o Fábio estávamos nos agüentando para não matar os dois naquele momento. Mas tínhamos que saber o que eles estavam tramando.

E eles ainda continuavam a conversa.

– Você não acha que está demorando para o Fábio voltar para mim? – perguntou Solange entediada.

– Ouvi rumores que a Tati e o tal do Fábio estão trabalhando juntos na CMCC.

– Como você sabe tanto sobre essa agência? – perguntou Solange.

– Eu trabalhei lá, e também tenho os meus informantes. Acho que vou ligar para a Tati, vamos ver se desta vez ela me acha.

Vocês já devem estar entendendo que o Otávio e a Solange queriam que eu e o Fábio os encontrássemos…

– O que nós vamos fazer Fábio? É uma armadilha. – disse para ele baixinho para que ninguém escutasse.

– Calma Tati. Acho que vamos precisar falar com o Henrique antes de agirmos. Ele pode-nos ajudar com alguma idéia. E aqui não temos armas suficientes se precisarmos escapar de um tiroteio.

– Você tem razão. –mas fui interrompida porque o meu C.A. tocou.

– Oi Tati. – disse Otávio.

– Oi Otávio. – respondi o mais baixo possível.

– Sua voz parece estar perto. Mas ao mesmo tempo longe. – disse Otávio confuso no telefone.

– Não sei do que você está falando.

– Tati eu só liguei para perguntar se você não quer namorar comigo?

– Você está louco não sabe que eu tenho namorado? – disse quase aos berros.

– Eu sabia. – disse ele desligando o C.A.

Foi quando ele nos achou. Eu e ele ficamos lutando, mas Fábio não tinha coragem de bater na Solange. E os dois conversavam:

– Fábio, você é meu, larga dela e fica comigo. – pediu Solange.

– Nunca. – respondeu Fábio sem nem mesmo olha-la.

– Mas porque não? Nós fomos feitos um para o outro.

– Como você mente. – disse ele.

– Mas Fábio, eu te amo.

– Mas eu amo a Tatiana.

Quando ele disse isso o Otávio esmurrou as costas de Fábio. A pancada foi tão forte e de surpresa que Fábio caiu de joelhos no chão gemendo de dor.

– É para você nunca mais falar que ama a minha Tati. – respondeu Otávio olhando Fábio.

– Eu não sou sua Otávio. – respondi dando uma pancada nas costas dele.

– Você é minha sim. E ninguém vai tirar você de mim. – disse ele se levantando.

– Eu não sou sua. Eu sou do Fábio.

Para que eu fui dizer isso, o Otávio ficou tão nervoso quando eu disse aquilo que ele levantou o Fábio pelo cabelo:

– Você está com isso? Ele não agüenta nem um soquinho.

– Vamos ver se você agüenta. – não deu nem tempo dele fazer nada, eu tinha dado um soco na barriga dele.

Fábio se levantou.

– Valeu Tati, mas deixa que eu cuido dele.

– Fábio, larga essa idiota da Tatiana, e fica comigo. – disse Solange quase implorando.

– Nunca nem sonhe com isso Solange. – respondeu Fábio.

Fábio e Otávio começaram a brigar. E a Solange começou a me provocar.

– Como o Fábio consegue ficar com alguém como você? – me perguntou ela.

– Como eu o quê? – perguntei já irritada.

– Tão… Tão… Burra, incompetente, tão idiota… – respondia Solange pensando nas palavras.

Eu não a deixei terminar e já disse:

– Vem para cima se você é mulher suficiente.

Não deu outra, ela veio querendo me bater, mas como eu tenho treinamento e sou bem mais forte que ela logo de primeira ela desmaiou.

Foi quando eu tive a idéia idiota de ajudar o Fábio a bater no Otávio.

Quando eu segurei o Otávio para que o Fábio batesse, o Otávio usou a minha força contra o Fábio, o chutou e fez ele bater com a cabeça na parede. Com isso ele me segurou e quando o Fábio ia se levantar:

– Se levantar a Tati já era. – disse ele com um pequeno canivete na minha garganta.

-Você não a mataria. Você também a ama. – respondeu Fábio.

– Amo, mas se ela não for minha não quero que seja de mais ninguém. Não se mexa. – ameaçava Otávio.

Mas mesmo o Fábio sem se mexer o Otávio pegou uma seringa com liquido vermelho dentro e aplicou na minha veia.

“Sei do que aconteceu agora porque Fábio me contou em detalhes”.

Fábio pegou um ferro e bateu com muita força na cabeça do Otávio. Infelizmente ele não morreu. Mas o tempo deu suficiente para que o Fábio me pegasse no colo e me levasse para agência.

“Agora o Fábio que vai narrar à história. É que ele está ditando, e eu odeio escrever com pessoas falando na minha cabeça”.

Quando eu cheguei na agência Henrique veio correndo me ajudar a levar a Tati para o quarto dela.

Da briga que eu e o Otávio tivemos eu fiquei com a testa e o canto da boca sangrando. Tive que fazer um curativo. Mas quem dera que com a Tati tivesse sido a mesma coisa. Ela estava ali inconsciente, e tudo porque quis me ajudar.

Henrique chamou um médico, por enquanto que o médico colhia sangue da Tati para ver o que o Otávio tinha feito com ela, eu e Henrique conversávamos:

– O que aconteceu? – perguntou ele.

Expliquei a história.

– Mas ele disse mesmo que iria matar ela? – perguntou ele sem acreditar.

– Disse. Ele disse que se ela não ficar com ele, ele mata ela.

– Eu disse para você cuidar da minha irmã, Fábio.

– Eu fiz o que pude. Pelo menos ele não conseguiu colocar todo aquele “troço” no braço dela.

– Ele disse ou deu pistas do que poderia ser esse “liquido”? –perguntou Henrique preocupado.

– Infelizmente que eu me lembre não. Não paramos de conversar. Ele não parava de falar que ama a Tati.

– E ele te bateu porque você disse para a Solange que você ama a Tati em vez dela?

– Isso mesmo. Ele falou que o único que pode amar a Tati é ele.

– Quem diria que um dia ele foi agente. – respondeu Henrique.

– Em falar em agente, ele disse que tinha fontes aqui dentro da agência.

– Como assim fontes? – perguntou Henrique espantado.

– Ele disse que tem um informante.

– Por isso que ele sabia que a Tati arrumou outro parceiro… – concluiu Henrique.

Foi quando o médico voltou:

– Então? O que a minha irmã tem? – perguntou Henrique para o médico.

– Eu vou explicar de um jeito bem fácil para os dois entenderem. A senhorita Rouxinol foi dopada…

– Como assim ela foi dopada? que tipo de droga foi aplicado? – perguntou Henrique surpreso.

– senão fosse pelo senhor Legião a senhorita Rouxinol já teria morrido… O organismo dela é muito fraco, ela não resistiria a uma droga, nem mesmo tão fraca como esta.

– Quais são os sintomas da droga? – perguntou Henrique.

– A senhorita Rouxinol pode ter um distúrbio mental. Ou seja, ela pode pensar que é outra pessoa, que não gosta de vocês, que não conhece ninguém, ou simplesmente ela pode ficar sobre efeito de hipnose por 37 minutos e depois morrerá ou ficará desmaiada por tempo indeterminado.

– Deixa eu ver se entendi. Ela pode morrer se receber mais um tanto dessa dose? – perguntou Fábio.

– Ela não agüenta mais nem uma miligrama dessa droga. – respondeu o médico.

– E como podemos fazer para que a droga saia do seu corpo? – perguntou Henrique.

– Como ela está desmaiada podemos usar um aparelho, mas se a droga for ejetada novamente, vocês terão de três a cinco minutos para tirar a droga do seu corpo. – respondeu o médico.

– Mas como? – perguntou Fábio.

– Quem estiver perto pode retirar a droga do mesmo jeito que se tira veneno de cobra.

– Mas e se ficar um pouco? – perguntou Fábio.

– Quanto? –perguntou o médico.

– Não sei. Vamos supor que fique no corpo dela um miligrama. O que pode acontecer com ela? – perguntou Fábio.

– Se ficar até três miligramas ela só terá perda de memória, mas não sei se vai ser por muito tempo.

– Você está falando que a minha gata corre risco de vida e senão morrer vai perder a memória? – perguntou Fábio inconformado.

– Ela pode sair inteira disso tudo, mas as chances são mínimas. – respondeu o médico.

– Quanto por cento de chances a minha irmã tem? –perguntou Henrique.

– De sair sem nenhum dano só 0,2%.

– E de morrer? – perguntou Fábio temendo pelo pior.

– De morrer ela tem 97,5% de chances.

– Então ela só tem 2,3% de chances de perder a memória? É isso? – perguntou Fábio.

– Isso mesmo senhor Legião.

– Você está querendo dizer que a minha falta de treinamento pode matar a minha namorada? – disse ele inconformado.

– Exatamente. – respondeu o médico.

Eu fiquei tão nervoso que quase bati no médico, sinceramente eu só não bati nele por que o Henrique me segurou.

“Agora a Tati vai acordar então ela vai voltar a narrar à história”.

Depois de uns cinco minutos eu acordei, estava meio zonza. Não sabia onde eu estava. Até que eu disse:

– Onde eu estou?

– Você está no seu quarto Tati. – respondeu Fábio.

– Eu estou em casa? –perguntei ainda muito confusa.

– Não. Você está na agência. – respondeu Henrique calmamente.

– Do que você se lembra princesa?

– A última coisa que eu me lembro é que segurei o Otávio e ele te ameaçou Fábio.

– Ainda bem que você se lembra de tudo. – respondeu Henrique.

– Por quê? Poderia ter acontecido alguma coisa comigo? – perguntei.

– Sinto lhe informar, mas você poderia ter morrido Tati. – respondeu Henrique.

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sobre Vanessa Sueroz

Autora dos livros Confusões em Paris, Minha última chance, Odiado Admirador Secreto, Presente de Aniversário, Eu te amo mais e Três Botões.


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