O diário de uma agente 2 – Parte VIII


Anteriormente:

– E vamos deixar os gêmeos com quem? Com meu irmão?

– Se eles quiserem… Acho que não vamos demorar.

– Certo. E vamos quando? Depois que você for ao médico? – perguntou Fábio.

– Vamos daqui a pouco. E espero voltar hoje. É só eu falar com os gêmeos.

– Mas e o seu médico Tati? – perguntou Fábio preocupado.

Parte VIII

– Não vou ao médico. Eu estou ótima.

– Não estou dizendo que você não está. Só estou dizendo…

– Não insista Fá. Não vou a médico nenhum. Já volto vou falar com as crianças. – respondi.

– Passa na cantina e compra um lanche para mim, por favor.

– Mas acabamos de comer. – respondi surpresa.

– Eu sei. – respondeu Fábio.

Assim que eu sai da sala Fábio interfonou para Henrique:

– Henrique daqui alguns minutos eu e Tati vamos para a Rússia. Você poderia ficar ou dar uma olhada nos gêmeos? Acho que voltamos hoje mesmo.

– Não se preocupem com as crianças. Mas vocês vão para a Rússia para que? – perguntou Henrique.

– Parece que a Thais foi vista.  . ndidos, dificultando um pouco o trabalho dos agentes.

– Vocês estão realmente atrapalhados com tanto trabalho. – disse Henrique.

– Por que diz isso? – perguntou Fábio.

– Vocês não têm tempo para nada. E agora vão para mais uma viajem.

– Fazer o que! Mas vamos conseguir prender a Thaís, ou quem quer que seja.

– Boa sorte na Rússia então. – disse Henrique.

– Obrigado. – agradeceu Fábio desligando.

Enquanto isso fui falar com as crianças que estavam na sua nova sala esperando para receberem novas instruções.

– Oi filhos! Como estão se sentindo? – perguntei animada.

– Muito bem mãe. – disse Yasmim correndo para me abraçar.

– Então? Fomos bem? – perguntou Guilherme ansioso.

– Ótimos meu filho. Só tenho uma pergunta…

– Qual? –perguntou Yasmim sentando na cadeira.

– Quem era o tal garoto que está no relatório de vocês? – perguntei.

– Não sabemos. – disse Yasmim.

– Quer ver a fita? Só que não dá para ver o rosto do garoto. – disse Guilherme pegando a fita.

– Seria bom meu filho. Mas antes preciso falar uma coisinha para vocês.

– O que mãe? – perguntaram.

– Eu e seu pai vamos para a Rússia daqui a pouco.

– É sobre a missão? – perguntou Guilherme.

– É. Parece que a amiguinha do seu pai (que de acordo com o relatório é apaixonada por ele) apareceu por lá.

– Pensei que isso fosse impossível. – disse Yasmim.

– Também pensava assim. Mas há chances da morte da Thais ter sido forjada.

– E você acredita mesmo que ela teve um filho mãe? – perguntou Guilherme curioso.

– Tenho certeza que teve Gui. Só não tenho certeza se esse filho dela tem algo há ver com a missão de vocês. – respondi tranquilamente.

– Você acha que o menino da fita é o filho da Thais e do Otávio? –perguntou Guilherme quando Yasmim abria a boca para perguntar.

– Acho sim. Por isso quero ver a fita de vocês.

– E cadê o papai para ver com você? – perguntou Yasmim.

– Aprendam uma coisa: Não é preciso que os parceiros vejam tudo igual ou tenham as mesmas experiências, só é preciso que tenha as mesmas informações.

– Então depois você vai contar tudo sobre a fita para o papai? – perguntou Yasmim.

– Exatamente.

Meia hora depois Fábio e eu já estávamos saindo da agencia.

No avião a caminho da Rússia:

– Então? Acha que era o filho da Thais na fita de segurança do banco? – perguntou-me Fábio.

– Tenho quase certeza. O menino não disfarçou muito bem a sua alegria com o assalto.

– Mas se o menino está aqui tem que ter alguém tomando conta dele. – afirmou Fábio pensativo. – A Thais e o Otávio não se arriscariam de estar aqui perto.

– Para isso tem o Marcos e o resto daqueles bandidos.

– Então se aquele for mesmo o filho da Thais e do Otávio já sabemos que ela está viva e o Otávio também.

– Só não me conformo com o Otávio estar vivo. Lembro-me muito bem daquele dia… Foram mais de 5 tiros… Não tem como ele ter sobrevivido.

– Eu sei. Eu mesmo tirei a pulsação dele. O coração não estava batendo. E o corpo foi direto para o necrotério da agencia. O Henrique em pessoa foi conferir os exames… Afinal ele fez 4 anos de medicina.  – disse Fábio.

– Se o Otávio está vivo… Tem mais algum mistério nisso tudo.

– Tati já parou para pensar que o Otávio não estava em seu juízo perfeito aquele dia. – perguntou Fábio pensativo.

– Como assim?

– Ele estava estranho. Nunca que o Otávio que conhecemos iria deixar você chegar perto de mim ( eu sendo refém) sabendo que você é cheia de truques.

– Nunca tinha pensado, mas agora que você falou… Realmente o Otávio que conheço não deixaria…

– Estranho isso. – disse Fábio pausadamente.

– Nada é normal quando se trata do Otávio. Ele era doente. Era obcecado de mais. –respondi ligeiramente aborrecida.

– Nisso eu preciso concordar com você.

– Mas mesmo assim… O Otávio não estava muito bem naquele dia… Ele realmente não estava normal. Ele estava até falando diferente.

– Será que não era outra pessoa Tati? – perguntou Fábio.

– Como quem? Não pode existir alguém tão parecido com o Otávio.

– Quem sabe um irmão?

– Fá, o Otávio não tem irmão, e piorou irmão gêmeo. Sem contar que ele viria atrás de nós por ter matado o irmão, caso ela realmente tivesse um irmão.

– Você conheceu os pais do Otávio?

– Conheci sim. – respondi sem entender.

– Tem certeza que ele não tinha irmãos?

– Tenho. Lembro-me bem de como a mãe dele o mimava por ser filho único.

– Ainda tem a ficha dele lá na agencia? – perguntou Fábio ligando o note book no avião.

– Tem. Vai verificar?

– Vou. Quem sabe achamos alguma pista…

Enquanto Fábio pesquisava na agencia, eu fui dormir um pouco… Na época não sabia por que eu tinha muito sono… Mas agora sei… E logo vocês saberão.

Quando acordei eu estava no hotel. Acho que o Fabio me trouxe para o hotel.

– Levante querida! Temos trabalho a fazer. – disse Fabio quando me viu acordando.

– Porque não me acordou quando chegamos? – perguntei levantando da cama.

– Não havia necessidade. Já esta tudo certo. Podemos investigar.

– Vamos começar por onde? – perguntei já pronta para sair.

– Pelo centro. Alguns agentes me disseram que foi por lá que viram Thais e o Otavio pela ultima vez.  –disse Fabio desligando o computador.

A caminho do centro de Moscou Fabio ainda na tinha desligado o note book.

– Então já descobriu alguma coisa sobre a família do Otavio? – perguntei por não haver nada o que falar.

– Não. Pelo visto, ele não tem, ou tinha irmão nenhum. – disse Fabio decepcionado.

– Eu te avisei, mas você não me escutou.

– Desculpe Rouxinol. Mas era a minha ultima idéia. A explicação mais simples era o Otavio ter um irmão gêmeo.

– Eu sei. Já pensei nisso também. Mas não sei ainda por sorte ou por sorte, ou por azar… Ele não tem um irmão.  – respondi olhando a paisagem.  . ndidos, dificultando um pouco o trabalho dos agentes.

– Sei lá. – disse Fábio ainda olhando para o note book.

– O que você tanto vê nesse computador? – perguntei tentando ver o monitor.

– Estou analisando aquele menino. – disse Fábio.

– Que menino?

– O que estava no caso dos gêmeos. O garoto que eles acham que tem alguma coisa há ver com o crime.

– Quem sabe não é o filho perdido da Thais. – brinquei.

– Quem sabe… – disse Fábio sério.

– Você não esta achando que o menino da fita é o filho da Thaís, ou esta? – perguntei sem acreditar nos meus ouvidos.

– Estou sim. Não é você que sempre desconfia de tudo? Esse caso das crianças esta estranho.

Quando já estava escurecendo eu e Fábio já estávamos cansados de procurar, então fomos para a sede de CMCC de Moscou.

Foi muito engraçado quando passamos os nossos cartões da agencia para poder entrar… Todos olharam para nós… Assim como nos filmes. Todo mundo junto olhou para nós quando o computador disse: “Bem vindos a Moscou senhor Legião e senhora Rouxinol”.

Rapidamente o agente da SV veio ao nosso encontro. ( Um agente que exerce a mesma função que o Evandro, ou se preferirem, que o Henrique exercia).

Era um rapaz de no máximo vinte anos, cabelos loiros, topete, olhos castanhos claros, pele muito clara (provavelmente por que no mínimo ele mal saia da agencia).

– Sou Fridon Jillom. – disse o agente.

– Prazer. Queremos falar com o encarregado. Como faço para achá-lo? – disse Fábio gentilmente.

– Quer um mapa, um guia ou só instruções? – perguntou o jovem.

– Quanto tempo você não tira uma folga? – perguntei.

– Quase seis meses. – disse o rapaz empolgado.

– Então faca um favor: arrume um substituto e trabalhe intercalado. Não é bom um agente tão cansado atendendo a SV. – disse para ele. – E você não tira folga a mais de um ano. – conclui rapidamente.

– Como sabe? Falei que não tirava férias só há seis meses. E por que diz que estou cansado? – perguntou o jovem incrédulo.

– Você perguntou se quero um mapa ou um guia… Você deve estar a muito tempo aqui, sem conta à cor da sua pele… Parece que você não vê um sol faz um bom tempo. – sorri e fui atrás do Fábio que já estava indo atrás do encarregado.

– Nossa. – disse o agente nos vendo sumir pelo corredor.

Na sala do encarregado encontramos uma senhora de mais ou menos cinqüenta anos, cabelos brancos, olhos negros, e de quase 100 Kl.

– Você realmente deveria dar folga aos agentes. – disse Fábio entrando na sala.

– E quem é você para falar assim comigo? – perguntou uma senhora arrogantemente para Fábio.

– Sou seu chefe. Agente Legião. Prazer em conhecê-la também senhora…?

– Katina Pwol. E essa deve ser Rouxinol, certo?

– Isso mesmo. – respondi.

– Sentem-se. – disse fazendo um gesto para nos sentarmos. – E o que os trás a Moscou? – perguntou a senhora agora graciosa.

– Queremos que localize em seu banco de dados algumas pessoas que foram vistas por aqui. – disse Fábio entregando a ficha criminal o Otávio e da Thais, e o pouco que se sabia de filho (a) dos dois.

– Isso pode demorar alguns minutos. – disse a senhora.

– Quanto? – perguntei.

– De vinte a trinta minutos. – disse a senhora.

– Ótimo. – disse levantando e saindo da sala.

Do lado de fora da sala:

– Fez isso por que não simpatizou com a senhora, princesa? – perguntou Fábio.

– Também. Realmente não fui com a cara dela, mas levantei porque estou com fome. Vamos comer alguma coisa? – perguntei.

– Mas você acabou de comer. – disse Fábio. – Tati é melhor você passar em um médico.

– Estou bem. – disse indo para a lanchonete.

– Vai à frente vou falar com o Henrique.  – disse Fábio pegando o C.A.

– Tudo bem. – respondi já saindo.

Minutos depois Fábio estava de volta.

– Então? O que o Henrique disse? Alguma coisa boa? E as crianças? – perguntei sem ao menos dar tempo do Fábio falar, e mesmo se desse tempo ele não falaria. Ele estava branco e ao mesmo tempo em que parecia feliz ele parecia chocado.  – Fá? Esta me escutando?

– Claro amor. –disse ele parecendo voltar do seu transe. – As crianças estão bem. Esta tudo normal no Brasil, nada de novo.

– E por que essa cara? – perguntei.

– Nada princesa. Depois eu falo. Aqui não é lugar. – disse Fábio me dando um beijo na testa.

– É alguma coisa ruim? Você não parece estar bem. – perguntei analisando-o.

– Estou ótimo princesa.

Passado alguns minutos voltamos à sala da senhora Katina:

– Então? Localizou as pessoas? – perguntou Fábio.

– Só a tal criança que não. Otávio e Thais foram vistos semana passada no bar que muitos agentes freqüentam.

– Um bar que agentes freqüentam? – perguntei curiosa.

– Exatamente. A maioria dos agentes que tem família freqüentam o mesmo barzinho quando estão de folga. – disse a senhora.

– Poderia nos dar o endereço desse bar? – pediu Fábio.

– Claro. Aqui esta. – disse entregando um pedaço de papel.  – Vão querer falar com algum agente sobre o caso? – perguntou a senhoria.

– Não obrigado. Já temos o que queríamos. – disse Fábio já se levantando.

– Posso fazer mais alguma coisa pelos senhores? – perguntou docilmente a senhora.

– Poderia seguir as ordens de dar folga para TODOS os agentes. – respondi sorrindo e saindo da sala.

– Estressada sua senhora. – disse a Katina antes que Fábio saísse.

– Não viu nada. Ela esta em um dos seus melhores dias.  – disse Fábio fechando a porta nas suas costas.

Pegamos um táxi e fomos para o endereço que a Katina havia nos dado.

Um bar com um ambiente bem agradável para família. Os gêmeos teriam adorado aquele lugar. Havia karaokê, musica ao vivo do outro lado.

Fomos direto falar com os garçons:

– Os senhores viram por aqui algum desses dois? – perguntou Fábio mostrando as fotos.

– Não. – responderam dois garçons.

– O senhor não viu por aqui esses dois? – perguntou Fábio novamente mostrando a foto para outro garçom.

– Vi sim. O casal vem sempre aqui.

– E o que pode nos dizer sobre eles? – perguntei.

– Quem são vocês? – perguntou o garçom desconfiado.

– Relaxe! Somos da CMCC. – disse Fábio mostrando os distintivos.

– Há. Esperem um momento. Vou servir aquela mesa e já falo com vocês.  – disse o rapaz indo servir a mesa.

Sentamos em uma mesa e esperamos.

– Pronto. – disse o rapaz sentando – se.

– Então? O que pode nos disse sobre os dois da foto? – perguntou Fábio.

– Bem, eles vêm sempre aqui. Para falar a verdade quase todas as noites. Devem ser agentes também. Não trabalham juntos? – perguntou o rapaz.

– Por que acha que eles são agentes? – perguntei

– Porque estão sempre tentando se informar com os agentes e ficam bem atentos as conversas. E uma vez os ouvi dizer para um agente que tinham acabados de ser transferidos de outra sede da CMCC.

– Não são agentes. Esta na cara. Eles vêm aqui todas as noites. – disse outro garçom  bem mais jovem quando passou.

– Bem esperto o rapaz. – disse olhando o mocinho passar.

– Você acha que viram esta noite? – perguntou Fábio para o rapaz. – Ro para de observar o rapaz. Ele é muito velho para a Yasmim. – disse Fábio para mim.

– Daria um bom agente. – disse voltando para a conversa.

– Com certeza eles vêm hoje.

– Quantos anos o rapazinho tem? – perguntei sobre o outro garcom.

– Ele? – perguntou surpreso. – É meu irmão. Tem 14 anos. Esta aqui só para ganhar dinheiro para um show. Jovens! – disse o garçom se levantando para servir uma mesa.

– Princesa você não esta pensando em mandar o coitado para o Brasil? – perguntou Fábio.

– Estava sim. Se não estou enganada ele vai dar um bom agente, melhor que aquela Pâmela, tenho certeza.  – disse ainda observando o jovenzinho.

– Certo pode dar o cartão. Vou dar uma olhada no bar. Quem sabe não dou de frente com o Otávio… – brincou Fábio.

Quando o mocinho passou puxei ele:

– Fiquei sabendo que tem 14 anos, e que só trabalha aqui mais uma semana. – disse para ele.

– Como sabe? Bem vou trabalhar só até o final desta semana. Ganhei gorjetas o suficiente para parar essa semana.

– Sente-se rapaz. – pedi.

– Não posso. Tenho que ganhar mais gorjetas se quero parar te trabalhar aqui. – disse o rapaz.

– Te dou gorjeta.

O rapaz sentou para falar comigo.

– Ótimo. Não gosta de trabalhar meu jovem? – perguntei.

– Gosto sim. Mas isso aqui não é para mim. Isso é muito parado. Gosto de lugares agitados. Porque?

– E se eu disse-se que tenho um emprego perfeito para você. – disse analisando-o. – E é bem agitado. – acrescentei.

– E do que seria? Agente da CMCC? – brincou o rapaz. – Acho que a senhora deve estar pirando. A gravidez deve ser algo mais complicado do que pensei.

– Gravidez? Do que esta falando? – perguntei.

– Ouvi seu marido falando no telefone que a senhora esta grávida. –respondeu o rapaz. – Meus parabéns senhora.

– Grávida eu? – e comecei a rir. – Deixa isso para lá. E se eu te disse se que posso arrumar uma avaliação para você na CMCC?

– Direi que é só marcar. – disse o rapaz esperançoso.

– Certo! Só tem um problema. – disse para ele. – Há vaga não é aqui em Moscou.

– Tudo bem. Em que lugar da Rússia é? – perguntou o rapaz.

– Não é na Rússia. É no Brasil.

Foi quando Fábio passou correndo. A Thaís me viu. – gritou ele. – Aqui é o agente Legião. Convoco todos os agentes presentes a uma busca. – gritou ele antes de sair do bar.

– Agente Legião? – todos cochichavam enquanto alguns saiam correndo para ajudar Fábio.

– Tenho que ir. Tenho uma ladra para pegar. – respondi levantando.

Perseguimos Thais e Otávio por algum tempo, mas foi inútil eles se dividiram e cada roubou um carro e seguiu caminho. Não deu para pegar um táxi ou coisa parecida para segui-los. Sem contar que o nosso carro estava muito longe… Foi quando o jovem e seu irmão apareceram de carro:

– Carrona? – perguntou abrindo a porta.

Seguimos um dos carros até uma alto estrada, foi quando perdemos o carro de vista.

Os jovens nos deixaram no hotel e agradecemos é claro:

– Obrigado pelo apoio. – disse Fábio.

– Não foi nada. – disse o mais velho. – Que pena que perdemos o carro.

– Se os virem por ai nos avise. – disse Fábio entregando um cartão. – Fala com o Henrique que ele nos da o recado.

– Certo. – disse o mais velho.

– Então… Aminha proposta ainda esta de pé. Pensa no assunto. Caso queira ser agente liga nesse numero. Disse entregando o numero do meu C.A. – E aqui esta o numero da pessoa que quero que conheça, e o e-mail também. – disse entregando um cartão da Yasmim e do Guilherme. – Qual seu nome jovem?

– Lucas Milzer.

Parte Anterior
Próxima Parte


sobre Vanessa Sueroz

Autora dos livros Confusões em Paris, Minha última chance, Odiado Admirador Secreto, Presente de Aniversário, Eu te amo mais e Três Botões.

Obrigada pela visita. Por favor, deixe um comentário com a sua opinião, isso é muto importante para nós.